domingo, 4 de setembro de 2011
Ipê
Encontrava-se ali, sentada sobre um banco enfrente a biblioteca, estava inerte da realidade, asseando para que algo lhe aconteça pois naquele momento somente sentia aflição em sua mente, pois não sabia o que poderia lhe ocorrer em qualquer um dos momentos seguintes, nada esperava, ninguém a esperava. Somente observava a paz e a tranquilidade que estava o ambiente, sabiás e condores cantarolavam alegremente, o Sol brilhava em sua mais alta potência ressaltando as cores amareladas do ipê florido que estava logo em sua frente, podia-se ouvir o som das folhas dos bambus balançados pelos vento emitindo um som que relembrava o som da chuva, de que deveras a muito tempo não ouvia. E então ali nada fazia, nada esperava, estava mais uma vez como todas as outras vezes solitária em seus pensamentos...
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